Violência contra criança atinge todas as classes
O secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, apresentou no dia 11 de outubro, à Assembléia Geral da ONU, em Nova Iorque, o Estudo das Nações Unidas sobre a Violência contra Crianças, realizado pelo especialista independente brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, doutor em Ciência Política e diretor do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo.
O documento é o primeiro estudo abrangente e global das Nações Unidas sobre as formas de violência contra a criança e o adolescente e os ambientes em que essas agressões são cometidas. O estudo mostra que a violência contra a infância acontece em todos os países e está presente em todas as culturas, faixa de renda, níveis de escolaridades e grupos étnicos.
O secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, apresentou no dia 11 de outubro, à Assembléia Geral da ONU, em Nova Iorque, o Estudo das Nações Unidas sobre a Violência contra Crianças, realizado pelo especialista independente brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, doutor em Ciência Política e diretor do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo.
O documento é o primeiro estudo abrangente e global das Nações Unidas sobre as formas de violência contra a criança e o adolescente e os ambientes em que essas agressões são cometidas. O estudo mostra que a violência contra a infância acontece em todos os países e está presente em todas as culturas, faixa de renda, níveis de escolaridades e grupos étnicos.
Ele ressalta que nenhum tipo de violência contra crianças é justificável e que todas as formas de agressão devem ser prevenidas. Também apresenta 12 recomendações aos países, para que implementem políticas e ações de enfrentamento à violência contra meninos e meninas.
“As agressões deixam graves seqüelas físicas e psicológicas nas crianças e nos adolescentes, podendo comprometer todo o seu desenvolvimento. Não podemos permitir nenhuma forma de violência contra nossos meninos e meninas. Protegê-los é papel de cada um de nós, das famílias, do Estado e da sociedade”, afirma a embaixadora do UNICEF no Brasil, Daniela Mercury. Fonte: UNICEF
“As agressões deixam graves seqüelas físicas e psicológicas nas crianças e nos adolescentes, podendo comprometer todo o seu desenvolvimento. Não podemos permitir nenhuma forma de violência contra nossos meninos e meninas. Protegê-los é papel de cada um de nós, das famílias, do Estado e da sociedade”, afirma a embaixadora do UNICEF no Brasil, Daniela Mercury. Fonte: UNICEF
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