
Líbano
Setor agrícola: prejuízo com conflito é de 280 milhões de dólares
Os prejuízos sofridos pela agricultura , pesca e florestas no Líbano, devido ao conflito d e julho passado resultou num prejuízo de 280 milhões de dólares para o setor, segundo informe da FAO.
O conflito afetou o setor agrícola de forma direta, com danos causados devidos oas bombardeios nas plantações e equipamentos agrícolas das fazendas.
De acordo com um estúdio, o mais importante foi o impacto econômico em termos de emprego e mercado. os bombardeios militares se concentraram ma região central do Líbano e nos subúrbios da zona sul de Beirute (capital). Nestas regiões, a agricultura gera renda para de 70 famílias , que sofreram prejuízos em todos seus setore.
As maiores perdas econômicas se devem à impossibilidade de chegar aos campos durante o período do conflito, que coincidiu com a temporada de colheita de alguns cultivos destinados à exportação.
Sugundo informações da FAO, grande parte da colheita deste ano se perdeu devido aos bombardeios entre Israel e a milicia islâmica, o Hezbolah, que obrigaram os camponeses a abandonar suas terras e impossibilitaram o transporte aos mercados externos
Além do que, muitos terrenos agrícolas e pastos estão impossibilitados de serem utilizados até que se retirem as bombas que ainda não explodiram. Esta éuma situação especialmente grave , na área central do Líbano, de onde se estima que 25% da terra cultivável é inacessível devido à existência de artefatos explosivos.
O valor dos danos materiais e a perda de colheita chega a cerca de 94 milhõese dólares. Em conjunto com outros setores como a pesca e pecuária como conseqüência estima-se 232 milhõe de dólares. No setor pecuário, a Fao estima em cerca 22 milhões de dólares .
O setor pesqueiro, a destruição de equipamentos, infra-estrutura e no porto de Ouzai, onde foi perdida ceca de 328 embarcações supõe-se prejuízos da ordem de 3 milhões de dólares.
O s ataques e explosões no Vale do Bekaa causaram perdas de 300 toneladas de pescados.
"s camponeses também encontram dificuldades para retornarem às suas fazendas e sítios para continuar com suas plantações e muitos ainda esperam ajuda governamental e humanitária para recomeçar", explica Anne Bauer, responsável pela Direção de Operações de Emergência e Reabilitação da Fao.
A entidade indentificoi iniciativas prioritárias para executar durante os próximos 6 a 12 meses para trabalhar à frente da situação crítica em que se encontram as comunidades rurais. No momento, já se conseguiram alguns fundos para estabelecer uma oficina de coordenação para as atividades de recuperação no Líbano agrícola.
Sem embargo, a FAO necessita arrecadar 17 milhões de dólares para desenvolver outras atividades prioritárias. De extrema importância, a compra de insumos agrícolas, comos ementes emudas, fertilizantes e pequenos equipamentos que permitiriam reiniciar as atividades agrícolas, "estas atividades devem se realizar de forma coordenada e urgente, com a retirada dos artefatos explosivos" .
Os pequenos agrocultores também ecessitam de ajuda para substituir o que perderam, replantar as hortas e receber informações práticas de como recuperar seu pequeno pedaço de terra.
Estes pequenos agricultores se encontram entre os mais pobres e afetados pela guerra e a ajuda inclui a distribuição de animais, assim como medicamentos veterinários, leiterias e processadores de leite.
Também é de extrema urgência recursos para a recuperação das florestas, desvastadas segundo imagens de satélites. O Líbano requer ajuda em todas as suas formas para que possa ser reconstruído.
Tradução: Jusciana Molinari
Fonte > FAO