
TRABALHO DECENTE E DESIGUALDADE RACIAL
OIT apresenta uma avaliação da desigualdade racial no mercado de trabalho no país
A OIT - Organização Internacional para o Trabalho - aponta persistência do maior déficit de trabalho decente para a população negra, apesar de alguns movimentos de diminuição da desigualdades. Situação das mulheres, apesar dos avanços, ainda é pior.
O Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil apresentou hoje, sexta-feira – 17 de novembro, os resultados de um estudo sobre a desigualdade de raça no Brasil no período de 1992 a 2005. As análises foram feitas com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, do IBGE, e tiveram como principais conclusões:
Os indicadores selecionados demonstram a persistência de maiores déficits de trabalho decente para a população negra no mercado de trabalho, representados por situações de trabalho e rendimentos mais desfavoráveis.
Podem ser verificados alguns movimentos de diminuição da desigualdade, embora estes se dêem em aspectos específicos e não em todo o conjunto.
A situação das mulheres negras permanece a mais desigual, embora sejam elas também as que apresentem alguns dos maiores avanços.
Ao abrir o evento com a imprensa, a diretora da OIT no Brasil, Laís Abramo, destacou a importância de pesquisas como PNAD/IBGE e a Pesquisa de Emprego e Desemprego (DIEESE) realizadas no Brasil com dados desagregados por gênero e raça. “São poucas as pesquisas na região com essa característica e que nos permite avaliar as desigualdades no mercado de trabalho, o que é fundamental para o desenvolvimento e implementação de políticas de combate à discriminação e promoção da da igualdade de gênero e raça, objetivos estratégicos da Agenda de Trabalho Decente”, disse.
Laís Abramo também destacou a importância política da criação da Secretaria Especial de Promoção de Políticas de Igualdade Racial – SEPPIR e da Secretária Especial de Políticas para Mulheres – SPM, que tem a missão de transversalizar as políticas de gênero e raça. “A OIT reconhece como um avanço extremamente importante e que já tem tido reflexos na região”, disse ela.
Na perspectiva da Agenda Hemisférica e da Agenda Nacional de Trabalho Decente, o estudo preparado pela OIT avalia os seguintes pontos: Emprego – taxa de atividade, taxa de ocupação, taxa de desemprego, rendimentos do trabalho, taxa de informalidade; Segurança e Proteção Social – Previdência Social; Direitos do Trabalho – trabalho infantil.
O Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil apresentou hoje, sexta-feira – 17 de novembro, os resultados de um estudo sobre a desigualdade de raça no Brasil no período de 1992 a 2005. As análises foram feitas com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, do IBGE, e tiveram como principais conclusões:
Os indicadores selecionados demonstram a persistência de maiores déficits de trabalho decente para a população negra no mercado de trabalho, representados por situações de trabalho e rendimentos mais desfavoráveis.
Podem ser verificados alguns movimentos de diminuição da desigualdade, embora estes se dêem em aspectos específicos e não em todo o conjunto.
A situação das mulheres negras permanece a mais desigual, embora sejam elas também as que apresentem alguns dos maiores avanços.
Ao abrir o evento com a imprensa, a diretora da OIT no Brasil, Laís Abramo, destacou a importância de pesquisas como PNAD/IBGE e a Pesquisa de Emprego e Desemprego (DIEESE) realizadas no Brasil com dados desagregados por gênero e raça. “São poucas as pesquisas na região com essa característica e que nos permite avaliar as desigualdades no mercado de trabalho, o que é fundamental para o desenvolvimento e implementação de políticas de combate à discriminação e promoção da da igualdade de gênero e raça, objetivos estratégicos da Agenda de Trabalho Decente”, disse.
Laís Abramo também destacou a importância política da criação da Secretaria Especial de Promoção de Políticas de Igualdade Racial – SEPPIR e da Secretária Especial de Políticas para Mulheres – SPM, que tem a missão de transversalizar as políticas de gênero e raça. “A OIT reconhece como um avanço extremamente importante e que já tem tido reflexos na região”, disse ela.
Na perspectiva da Agenda Hemisférica e da Agenda Nacional de Trabalho Decente, o estudo preparado pela OIT avalia os seguintes pontos: Emprego – taxa de atividade, taxa de ocupação, taxa de desemprego, rendimentos do trabalho, taxa de informalidade; Segurança e Proteção Social – Previdência Social; Direitos do Trabalho – trabalho infantil.
No comments:
Post a Comment